Nosso Time

Cientista político não praticante, vive atualmente na República Oriental do Uruguai. O Sport Club do Recife é paixão e parte essencial da sua biografia desde as primeiras memórias de pirrai, colando figurinhas de Leonardo, Nildo e Jackson no álbum de 98. Tão marcante é o Leão vermelho e preto, que a maior saudade que sente do Recife é a chegada à Praça da Bandeira, com a vista da Ilha do Retiro ao fundo. No dia a dia, mistura as paixões por futebol e desenvolvimento social na ong love.fútbol.

@brenolacet

 

Professor e aluno da vida. A primeira vez que percebeu que o mundo todo tinha apenas três cores foi em 1999, pequeno demais pra entender a importância do dia, mas grande o suficiente pra perceber que casa da avó tremia junto com a massa coral enquanto comemoravam os gols de Tinho sobre o Goiás. Tricolor de corpo e alma, arquibancada e cerveja. Respira o futebol e é um curioso acerca de toda a mística que ele envolve na sociedade. “É pá si f… agora a gente chega”.

@cassioh.lyra

 

 

Formado em Ciência Política e foragido de Direito. Trabalha na ong love.fútbol. Aos 6 anos, conheceu seus dois grandes amores; o Rock’n’roll, através dos Beatles, e o futebol, pelo Náutico. Manolo se interessa pelo que acontece dentro e fora das quatro linhas. Para ele, além de tudo, o Futebol nos ajuda a entender o que se passa no mundo. Bater um papo sobre futebol, ao som de uma boa música e regado por cerveja é o que mais gosta. Manolo também tem outra paixão, gatos.

@manoelvsalgado

 

 

Sem qualquer habilidade com a bola nos pés, Pedro encontrou no Jornalismo uma saída para poder viver do futebol e do Santa Cruz. A primeira lembrança do Arruda vem de 1997, contra o Vitória, que havia contratado Bebeto, campeão do mundo pela Seleção. Mesmo com a derrota coral na partida, nasceu o entendimento de que aquelas três cores se tratavam muito mais da arquibancada, que do placar. Sentimento natural de todo amante do Santa Cruz. Desde então, Pedro e o Santa estão juntos. Numa boa ou numa ruim.

@pcostaln

 

Advogado por profissão e boêmio por vocação. A primeira lembrança que tem da cancha data de 1999: a Seleção Coral goleando, por 5×1, a Hondurenha, na estréia de Mancuso. Entusiasmo de menino com o campo e uma consequência: conversão imediata à religião santacruzense. Encampa com ardor a tese de que Tiago Cardoso é o maior jogador da história da Cobra Coral. “Papapa”, só dentro do estádio. Já tem estresse demais com o Santa pra ter outros amores esportivos na vida.

@robertolmdantas

 

Jornalista por acaso, com especialização em Direitos Humanos por convicção. O primeiro  contato com o Clube Náutico Capibaribe foi emocional, no arrepio de ver a torcida cantar, de longe, nos idos de 1999. E, desde então, é a paixão mais inexplicável. Futebol, cerveja e mesa de bar são inspirações. Sobreviveu à Batalha dos Aflitos e também deu a volta por cima. Enquanto puder pedir mais um copo, vai ter sempre um motivo pra provar que o Náutico é maior.

@rodrigoalpassos