Nosso Time

DJ e comunista, Alice tem histórias de idas e vindas na bancada, por ser mulher nesse espaço hostil. Lidando com um b.o por vez, a primeira lembrança dos Aflitos foi a gloriosa subida do Timba contra o Ituano no ano de 2007. Acredita que futebol e política se misturam tanto, que, em vários momentos da história, não se sabe qual é um e qual é outro. Futebol é o esporte do povo e Alice sonha em ver uma arquibancada pintada de povo, de filhos e filhas da classe trabalhadora. Hasta la victoria!

Cientista político não praticante, Breno vive na República Oriental do Uruguai, terra de Mujica, Luisito, do asado e de outras cositas más. O Sport Club do Recife é paixão desde as primeiras memórias de pirrai, colando as figurinhas de Leonardo, Nildo e Jackson no álbum de 98. Tão marcante é o Leão preto e encarnado, que a maior saudade que sente do Recife é a chegada à Praça da Bandeira, com a vista da Ilha do Retiro ao fundo. No dia a dia, mistura as paixões por futebol e ativismo na ong love.fútbol.

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Professor e aluno da vida. A primeira vez que percebeu que o mundo todo tinha apenas três cores foi em 1999, pequeno demais pra entender a importância do dia, mas grande o suficiente pra perceber que casa da avó tremia junto com a massa coral enquanto comemoravam os gols de Tinho sobre o Goiás. Tricolor de corpo e alma, arquibancada e cerveja. Respira o futebol e é um curioso acerca de toda a mística que ele envolve na sociedade. “É pá si f… agora a gente chega”.

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Formado em Ciência Política e foragido de Direito. Trabalha na ong love.fútbol. Aos 6 anos, conheceu seus dois grandes amores; o Rock’n’roll, através dos Beatles, e o futebol, pelo Náutico. Manolo se interessa pelo que acontece dentro e fora das quatro linhas. Para ele, além de tudo, o Futebol nos ajuda a entender o que se passa no mundo. Bater um papo sobre futebol, ao som de uma boa música e regado por cerveja é o que mais gosta. Manolo também tem outra paixão, gatos.

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Sem qualquer habilidade com a bola nos pés, Pedro encontrou no Jornalismo uma saída para poder viver do futebol e do Santa Cruz. A primeira lembrança do Arruda vem de 1997, contra o Vitória, que havia contratado Bebeto, campeão do mundo pela Seleção. Mesmo com a derrota coral na partida, nasceu o entendimento de que aquelas três cores se tratavam muito mais da arquibancada, que do placar. Sentimento natural de todo amante do Santa Cruz. Desde então, Pedro e o Santa estão juntos. Numa boa ou numa ruim.

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Advogado por profissão e boêmio por vocação. A primeira lembrança que tem da cancha data de 1999: a Seleção Coral goleando, por 5×1, a Hondurenha, na estréia de Mancuso. Entusiasmo de menino com o campo e uma consequência: conversão imediata à religião santacruzense. Encampa com ardor a tese de que Tiago Cardoso é o maior jogador da história da Cobra Coral. “Papapa”, só dentro do estádio. Já tem estresse demais com o Santa pra ter outros amores esportivos na vida.